Moleque Arteiro: um filósofo brincando de artista

 

João Borba

 

Este é um espaço reservado para a exposição de meus experimentos artísticos em diversas áreas, como amador e diletante. (Por estranho que pareça para os que me conhecem, nem só de filosofia vive o professor João Borba!). São coisas que faço nas minhas horas de lazer, e que estou oferecendo para os visitantes do site, como você.

Espero que goste.

 

Música

O Carinhoso Lobisomem 

De João Borba, em  2012 - Reg. Biblioteca Nacional  nº 560.228

 

Na versão cantada: gravação, mixagem e efeitos por Mauricio Madureira,

estudio Hidrofonia Audio - mauriciomadureira@hotmail.com

logo de Hidrofonia Audio

 

com amor, para Paulinha,
minha Aragüyrá porandussara

 

 

 SPQ0001_CarinhosoLobisomem 

Clipe inaugural da série Sinapses do Projeto Quem (SPQ), dedicada a estudos, provocações e minicursos em filosofia na internet. O clipe foi criado já como uma primeira provocação, para instigar reflexões de interesse filosófico.  É também, ao mesmo tempo, videoclipe de minha composição "O carinhoso lobisomem" (trilha sonora da série) e, dividido em duas partes, será utilizado como vinheta de abertura e de encerramento de cada vídeo das Sinapses do Projeto Quem.

 

 

 SPQ0002_Casulo_de_Caramujo 

Este vídeo é uma provocação para a reflexão. Trata-se de um curto desenho animado com o tema "sublimação", pensado a partir de Freud, Lacan e dos anarquistas Max Stirner, Otto Gross e Antonin Artaud. A trilha sonora (também de minha autoria) é a versão instrumental da música que registrei com o título Carinhoso Lobisomem.


Reescrevendo as linhas de ônibus

(poema)

Sobre o modo como foi criado este poema, fiz um breve comentário no facebook, mas não estou consigo embedar aqui, provavelmente porque o comentário lá já traz esta página embedada. Mas foi basicamente o seguinte: estava no ônibus, a caminho do trabalho. Pensava nas minhas vaidades em relação às cloisas que venho escrevendo, depois em como seriam as vaidades de muitas diferentes outras pessoas envolvidas naquelas primeiras passeatas, em que (sinto saudades) se lutava bastante pelo passe livre e tantos outros projetos sociais, e não focando partidos ou governantes.

Aí misturei em mim todos os sentimentos vaidosos, os meus e os simulados imaginariamente de outros, inclusive de políticos oficiais na época... a coisa foi tomando forma, ia virar um artigo a ser escrito, mas antes que acontecesse, parei de tentar explicar, definir, esclarecer qualquer coisa ou me posicionar, e me foquei só na busca de palavras e ritmos para exprimir aquilo tudo, e anotei em meu celular. Resultado: um poeminha. Fraco, claro (não sou poeta). Mas por isso mesmo... desenvaidecente. O poeminha é este do link acima, caso alguém tenha curiosidade (mas o que achei mais interessante, foi o experimento de perceber este modo como ele "emergiu" em mim).

 


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